<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883</id><updated>2012-02-16T04:42:10.959-08:00</updated><title type='text'>nevermore</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-9064555145531100616</id><published>2008-09-11T06:45:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T06:46:31.110-07:00</updated><title type='text'>Boa Morte</title><content type='html'>Newton Bignotto em seu texto “Das barricadas à vida privada” usa uma metáfora sobre uma balança, onde de um lado está a figura do “eu” e do outro lado a figura do “nós”, essa alusão é feita pelo autor para explicar a ciência política. A partir desta balança podemos então começar a verificar alguns erros e acertos da sociedade ocidental moderna, porem tal subterfujo não nos permite abordar todos os pontos de vista da Bioética, mas nos permite visualizar melhor as expectativas centradas na vida e no paradigma  biotecnológico, um deste pontos a qual abordarei utilizando a mesma metáfora de Bignotto é o tema da “boa morte”.  Na morte temos algumas figuras envolvidas, o falecido em uma das bandejas e na outra os familiares, parentes e amigos. Há anos atrás a figura que mais importava num funeral era o falecido assim, naquela época, a balança pendia quase que totalmente para este lado e por tanto as suas crenças e vontades eram obedecidas. Com o avanço da sociedade e da medicina esta balança em algum momento se altera de tal modo que o sofrimento não é mais de quem vai, mas de quem fica as crenças e vontades não são mais o do falecido, mas sim das pessoas que aqui ficam, os parentes e familiares agora não mais informam o (ainda) doente das suas reais condições de saúde, a morte é evitada a qualquer custo (mesmo e principalmente , em alguns casos, ao aumento de sofrimento do doente), o que em outros tempos era o momento da morte se estende, quase indefinidamente, por dias, meses e (em alguns casos)  em anos. E onde fica a boa morte sendo que para alguns destes doentes o estar vivo é um sacrifício extremado?  Inúmeras filmografias abordam e respondem essa pergunta, ilustrando todo o tipo de opinião, dentre estas obras temos os exemplos de “mar a dentro”, “They Shoot Horses, Don’t They” e “Whose Life Is It Anyway”, claro que nem toda a morte é precedida de sofrimento, mas o fato de haver em algum momento, em alguma morte este fenômeno nos impulsiona a pensar e discutir tal tema, o que seria a boa morte e se há algum momento em que (em nome da boa morte) devemos intervir. Não há respostas fáceis e não há uma opinião coesa entre pensadores, juristas, médicos ou religiosos, aqui a balança entre os que vão e os que ficam ainda funciona aumentando os interessados na discussão. Boa morte na minha opinião depende da autonomia do individuo que vai alçar aos braços da morte, a morte é inevitável e a pessoa quando em vias de morrer deveria ter total liberdade de escolher o momento que quer que a dor de viver o deixe (aqui não falo só em dor física mas em dor num contexto mais geral), esta autonomia também responde pelas pessoas que querem a todo custo viver, mas o grande ponto disso é que essa autonomia que surge do individuo seja respeitada pelos demais, sejam os familiares, parentes, amigos ou juízes, advogados, médicos. O que seria boa morte para você? Acha que a família vem primeiro? Concordas com a opinião deste que escreve? O que realmente importa não é se o leitor concorda ou não comigo, mas quebrar o tabu da morte e discutir o tema para que juntos desmistifiquemos a morte e seus efeitos. Obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-9064555145531100616?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/9064555145531100616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=9064555145531100616' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/9064555145531100616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/9064555145531100616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2008/09/boa-morte.html' title='Boa Morte'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-2589420964539415409</id><published>2008-07-24T07:44:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T08:09:40.749-07:00</updated><title type='text'>Confiança</title><content type='html'>Confiança, ô palavrinha complicada,&lt;br /&gt;temos o equivalente de um escudo de segurança que nos envolve, está é a confiança, de vez enquando, ampliamos este escudo e ele recobre (total ou parcialmente) alguem, o quanto da pessoa é recoberto pelo escudo indica o quanto confiamos nesta pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que tal confiança é de certa forma cega, e achamos inclusive que ela encherga no escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar se perguntando como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem desta vez não é simples, é complexo, o fato é o seguinte, existem inumeras variaveis a equação de confiabilidade, mas seria algo como conciabilidade é diretamente proporcional ao produto da sua alto confiança com a soma do conhecimento sobre a pessoa com as ações desta pessoa na sua presença, e inversamente proporcional ao produto da distancia pelo tempo sem se falar. expressando em uma função&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C= X. Au.(Cp +Ap) / d.t&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde temos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C - é a confiabilidade;&lt;br /&gt;Au - Taxa de auto confiança do individuo;&lt;br /&gt;Cp - Conhecimento sobre a pessoa;&lt;br /&gt;Ap - Ações da pessoa em sua presença;&lt;br /&gt;d - distância da pessoa;&lt;br /&gt;t - tempo sem falar com a pessoa;&lt;br /&gt;X - é a cosntante de prporcionalidade tabelada a partir do setimento sobre a pessoa,  local que a pessoa frequenta, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a apartir deste simples calculo é possivel saber o valor de confiabilidade sobre a pessoa, porem a quantificação sobre cada item pode ser impreciso e a margem do erro sobre o mesmo pode ser de alto indice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ta ok ja deu para perceber que a confiança é uma coisa dificil de se conseguir, e exatamente pelo alto grau da margem de erro, muito facil de se perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas o porque de estar escrevendo sobre isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que sempre tem alguem dizendo que não confia em "a" ou "b", ou pior alguem falando que já não confia mais.&lt;br /&gt;em namorados, maridos, amigos, colegas, familia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e qual é a melhor maneira de ser feliz?&lt;br /&gt;ignorando a razão e o calculo, e simplesmente sentindo o que deve ser feito, use o seu instinto, seu sentimento e seja feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-2589420964539415409?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/2589420964539415409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=2589420964539415409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/2589420964539415409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/2589420964539415409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2008/07/confiana.html' title='Confiança'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-6598399596075280441</id><published>2008-07-16T18:57:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T19:32:09.028-07:00</updated><title type='text'>"Amor"</title><content type='html'>Durante os anos de minha vida vi reinar sobre as pessoas inúmeros Tabus (sendo Tabu o assunto que gera desconforto e pode ser erroneamente interpretado).Porem, o Tabu que quero falar, vem mudando para alguns grupos de individuo e por tanto banalizando-se.Falar que ama alguém, e não é amor carnal, hedonista ou platônico, mas sim o puro e verdadeiro amor fraternal (também conhecido como amizade), e aqui vem uma importante pergunta quantas amizades você tem que podes (sem qualquer erro de interpretação) dizer Eu te amo, e mais importante se você tem tal costume, é para as reais amizades ou para qualquer amigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(amigo outra palavra banalizada, eu tenho reais amigos, tenho os potenciais amigos, tenho colegas, tenho conhecidos, e isso não impede de gostar de todos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando ao ponto.&lt;br /&gt;Eu tenho sorte, pois extraindo os familiares tenho amigos que posso e falo "Eu te amo" e a primeira referencia é minha amiga Manu. Minhas idéias e as delas não batem, somos diferentes, mas eu a amo (e não, para aqueles mentes sujas eu não tiro casquinha dela, eu cuido dela e ela de mim). Alem deste belo exemplo tenho contando pelo menos mais 5 pessoas (tinha outras potencialidades, mas o tempo e a distancia atrapalharam o fortalecimento dos laços de amizade) são eles: Andressa, Cidi, Dai, Maria e Valmes; gente amo os 6 e os considero muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem mas qual o motivo de tudo isso???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro quero homenagear meus reais amigos;segundo acho que amizade não deveria ser Tabu e assim lembrar a todos que tem que valorizar a amizade;terceiro queria tirar isso da minha cabeça que tava martelando há dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-6598399596075280441?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/6598399596075280441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=6598399596075280441' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6598399596075280441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6598399596075280441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2008/07/amor.html' title='&quot;Amor&quot;'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-6884780617064229787</id><published>2008-06-27T05:01:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T10:46:10.551-08:00</updated><title type='text'>Depois da noite regada a Vodka</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/SGTXK6hf8FI/AAAAAAAAABI/25_BsX4M8pQ/s1600-h/bebedeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216530850910302290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/SGTXK6hf8FI/AAAAAAAAABI/25_BsX4M8pQ/s320/bebedeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Мой, мой друг дает еще дозу, то почему она оставила меня в tatters, должны помнить, вы, вы отлично другу&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;(os erros gramaticais são inerentes à ausência de sangue no álcool do individuo)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-6884780617064229787?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/6884780617064229787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=6884780617064229787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6884780617064229787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6884780617064229787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2008/06/depois-da-noite-regada-vodka.html' title='Depois da noite regada a Vodka'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/SGTXK6hf8FI/AAAAAAAAABI/25_BsX4M8pQ/s72-c/bebedeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-6507313271427882762</id><published>2007-12-21T21:43:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T10:46:10.625-08:00</updated><title type='text'>... enquanto isso num botequim perto de você</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2sD1p2xddI/AAAAAAAAAA4/6o1Nmdnw0jM/s1600-h/RazÃ£o+x+emoÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146211219504461266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2sD1p2xddI/AAAAAAAAAA4/6o1Nmdnw0jM/s200/Raz%C3%A3o+x+emo%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Numa manhã de sol conversando com uma querida amiga ouço dela uma reclamação. - Que ressaca. Pensando no problema dela, me peguei divagando nos meus próprios dilemas, em minha própria existência. Avancei, seguindo numa filosofia de "botequim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é a ressaca? Sendo que num momento de fraqueza bebendo em demasia e alterado fiz algo que normalmente não faria, me deixei levar pelas emoções (quem nunca fez isso?). Eis que um novo dia surge e com ele uma nova sensação, destilando esta dor de cabeça, extraindo lembranças ruins de algo que devia ter sido muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de navegar neste mar de incertezas me deparo com a luz ao meu questionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ressaca é o retorno doloroso da razão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas como assim? Você diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante séculos o homem tem lutado contra o animal emocional que abita em nosso corpo, o que tem conseguido com relativa eficiência (Freud explica), mas durante as noites (nem sempre solitárias), e em alguns casos de dia também, fazemos uso de substâncias que alteram o equilíbrio Razão-Emoção o que faz a emoção ganhar força, logicamente a substancia acaba e a razão volta com tudo (ressaca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tiramos de todo este Botequim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Menina o que você aprontou ontem à noite?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-6507313271427882762?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/6507313271427882762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=6507313271427882762' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6507313271427882762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6507313271427882762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2007/12/enquanto-isso-num-botequim-perto-de-voc.html' title='... enquanto isso num botequim perto de você'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2sD1p2xddI/AAAAAAAAAA4/6o1Nmdnw0jM/s72-c/Raz%C3%A3o+x+emo%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-4909073470124357259</id><published>2007-12-20T16:24:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T10:46:10.839-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2sKjZ2xdeI/AAAAAAAAABA/1DDh2H8L0-4/s1600-h/corvo+glog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146218602553243106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px" height="140" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2sKjZ2xdeI/AAAAAAAAABA/1DDh2H8L0-4/s320/corvo+glog.jpg" width="134" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Algo para ser lido, excelente, e o toque de um dos maiores poeta da língua portuguesa (Fernando Pessoa) torna tão bom quanto se fosse lido em língua original.&lt;br /&gt;Boa leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORVO *(de Edgar Allan Poe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,&lt;br /&gt;Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,&lt;br /&gt;E já quase adormecia, ouvi o que parecia&lt;br /&gt;O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.&lt;br /&gt;"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.&lt;br /&gt;É só isto, e nada mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,&lt;br /&gt;E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.&lt;br /&gt;Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada&lt;br /&gt;P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -&lt;br /&gt;Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,&lt;br /&gt;Mas sem nome aqui jamais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo&lt;br /&gt;Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!&lt;br /&gt;Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,&lt;br /&gt;"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;&lt;br /&gt;Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.&lt;br /&gt;É só isto, e nada mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,&lt;br /&gt;"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;&lt;br /&gt;Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,&lt;br /&gt;Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,&lt;br /&gt;Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.&lt;br /&gt;Noite, noite e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,&lt;br /&gt;Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.&lt;br /&gt;Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,&lt;br /&gt;E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -&lt;br /&gt;Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.&lt;br /&gt;Isso só e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,&lt;br /&gt;Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.&lt;br /&gt;"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.&lt;br /&gt;Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.&lt;br /&gt;"Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.&lt;br /&gt;"É o vento, e nada mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,&lt;br /&gt;Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.&lt;br /&gt;Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,&lt;br /&gt;Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,&lt;br /&gt;Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,&lt;br /&gt;Foi, pousou, e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura&lt;br /&gt;Com o solene decoro de seus ares rituais.&lt;br /&gt;"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,&lt;br /&gt;Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!&lt;br /&gt;Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."&lt;br /&gt;Disse o corvo, "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,&lt;br /&gt;Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.&lt;br /&gt;Mas deve ser concedido que ninguém terá havido&lt;br /&gt;Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,&lt;br /&gt;Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,&lt;br /&gt;Com o nome "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,&lt;br /&gt;Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.&lt;br /&gt;Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento&lt;br /&gt;Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais&lt;br /&gt;Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".&lt;br /&gt;Disse o corvo, "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alma súbito movida por frase tão bem cabida,&lt;br /&gt;"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,&lt;br /&gt;Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono&lt;br /&gt;Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,&lt;br /&gt;E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais&lt;br /&gt;Era este "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,&lt;br /&gt;Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;&lt;br /&gt;E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira&lt;br /&gt;Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,&lt;br /&gt;Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,&lt;br /&gt;Com aquele "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo&lt;br /&gt;À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,&lt;br /&gt;Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando&lt;br /&gt;No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,&lt;br /&gt;Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,&lt;br /&gt;Reclinar-se-á nunca mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso&lt;br /&gt;Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.&lt;br /&gt;"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te&lt;br /&gt;O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,&lt;br /&gt;O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"&lt;br /&gt;Disse o corvo, "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!&lt;br /&gt;Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,&lt;br /&gt;A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,&lt;br /&gt;A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais&lt;br /&gt;Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!&lt;br /&gt;Disse o corvo, "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!&lt;br /&gt;Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.&lt;br /&gt;Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida&lt;br /&gt;Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,&lt;br /&gt;Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"&lt;br /&gt;Disse o corvo, "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!&lt;br /&gt;Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!&lt;br /&gt;Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!&lt;br /&gt;Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!&lt;br /&gt;Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"&lt;br /&gt;Disse o corvo, "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda&lt;br /&gt;No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.&lt;br /&gt;Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,&lt;br /&gt;E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,&lt;br /&gt;Libertar-se-á... nunca mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Traduzido de &lt;a href="http://www.insite.com.br/art/pessoa/coligidas/trad/theraven.html"&gt;The Raven&lt;/a&gt;, de Edgard Allan Poe, ritmicamente conforme com o original.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-4909073470124357259?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/4909073470124357259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=4909073470124357259' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/4909073470124357259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/4909073470124357259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2007/12/algo-para-ser-lido-exelente-e-o-toque.html' title=''/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2sKjZ2xdeI/AAAAAAAAABA/1DDh2H8L0-4/s72-c/corvo+glog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7591200141214374883.post-6336664953800999681</id><published>2007-12-16T17:59:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T10:46:11.252-08:00</updated><title type='text'>Uma noite de (des)encantos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2Xc8J2xdcI/AAAAAAAAAAw/U0UcL0vfGRg/s1600-h/corvo+I.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144761075336574402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2Xc8J2xdcI/AAAAAAAAAAw/U0UcL0vfGRg/s200/corvo+I.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Em uma noite sublime de conhecimentos, e saberes, temos que tirar o que de pior ficou para que depois este não mais seja o tom das noites.&lt;br /&gt;(se ligou amiga?)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Você vai sempre se surpreender com as pessoas, umas sendo uma surpresa agradavel, outras nem tanto, mas o jogo ainda tem que ser jogado, fique feliz pelo que te surpreende agradavelmente e tente esquecer as surpresas desagradaveis, releve, dê a outra face e seja feliz, por que se você fez tudo o que podia e não deu certo é pq os outros que faltaram contigo (e ninguem pode dizer o mesmo de vc)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dry river of tears.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio (Rabino) Henrique&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.Ainda bem que foi verão &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7591200141214374883-6336664953800999681?l=say-nevermore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://say-nevermore.blogspot.com/feeds/6336664953800999681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7591200141214374883&amp;postID=6336664953800999681' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6336664953800999681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7591200141214374883/posts/default/6336664953800999681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://say-nevermore.blogspot.com/2007/12/uma-noite-de-desencantos.html' title='Uma noite de (des)encantos'/><author><name>Nevermore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15501680676781939797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_nRKQL-ZzqXM/R2XcnJ2xdaI/AAAAAAAAAAg/cf9hMwmRZW4/S220/Imagem+219.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nRKQL-ZzqXM/R2Xc8J2xdcI/AAAAAAAAAAw/U0UcL0vfGRg/s72-c/corvo+I.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
